domingo, 18 de setembro de 2011

missão: destabilizar o continente africano


ready? set? GO!



(é o melhor amendoim do mundo)


Muito cansaço após 10h e picos de vôo. Viajámos pela LAM e fomos muito bem atendidos durante o meio dia que passámos algures no ar. Apesar das peripécias de uma avó e de um neto e de uma refeição vegetariana que continha frango, levantamos e aterramos na perfeição. YEAH! (sem vertigens!)

Villa das Mangas

Aterrar em Maputo às 6h e picos da manhã e não ter quarto para descansar é dose. É mesmo MUITO duro. Após alguns desentendimentos e entendimentos sobre a reserva, conseguimos entrar nos quartos pelas 11h. A relação com o hotel Villa das Mangas não começou da melhor forma, é um facto. Depois de finalmente perceberem que a reserva era «quarto single + quarto duplo», lá nos encaminharam para os quartos. Mas para o nosso espanto, um dos quartos ficava na Villa, o outro ficava num 1º andar do prédio em frente, do outro lado da Av. 24 de Julho. Para ajudar, o autoclismo não funcionava nesse quarto e a divisória da casa de banho era... transparente. Ou seja, enquanto eu tomava banho, a outra pessoa que estava no quarto podia apreciar esse momento, sentada confortavelmente na sua cama. «Oh Joana, esqueceste de lavar aí atrás nas orelhas»
Pedimos que a situação fosse revista, o que aconteceu por volta das 16h e picos, quando regressámos ao hotel. Os quartos onde ficamos durante os 10 dias de estadia em terras de Maputo eram todos no interior da Villa das Mangas e tinham casas de banho quase perfeitas: faltava só a cortina na banheira.
Tomar um duche sem cortina na banheira e sem espalhar a água pelo chão do wc foi o desafio que aceitámos. O que me espanta é que os proprietários são portugueses e recebem muitos portugueses no seu hotel; e para o português típico a noção de cortina na banheira é uma coisa que nos assiste bué. Concordam?

Nota muito positiva para o Hotel Villa das Mangas: os empregados eram (e são) 5 estrelas.
O pequeno almoço é variado, mas como em todo o lado, quanto mais cedo aparecemos para «matabichar», melhor. Podemos sempre pedir às meninas que nos preparem torradas, tragam alguma fruta que não esteja no «buffet» ou outra coisa que seja do nosso agrado.



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